quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Streetball para quê?

"Legal esse negócio que você faz com a bola, Alston.
Mas e basquete, você não joga?"



Um tempo atrás, me perguntaram se eu achava que o streetball era prejudicial para o basquete por acabar com os fundamentos da garotada que assiste e pratica. Bem, não existe resposta simples para essa questão. O único modo seria abordar esse tema em um post assim que o Bola Presa tivesse um tempinho. Notícias fresquinhas: Arenas ainda machucado, Gallinari com dor nas costas? Ê, mês difícil. Então, post sobre streetball, aí vamos nós.

Vale mencionar que, quando me deparei pela primeira vez com o tal basquete de rua, uns anos atrás, fiquei imediatamente fascinado. Sou apaixonado pelo conceito de todo e qualquer esporte, que cria uma linguagem comum entre seus praticantes através de suas regras. Dois praticantes de basquete ou futebol sempre se entenderão, em qualquer lugar do mundo, ainda que não falem a mesma língua. Falarão através do esporte, mostrarão as diferenças culturais no modo que o praticam, mas na essência estarão compartilhando da mesma prática e do mesmo interesse. O único problema é que, para que isso aconteça, o esporte precisa sofrer uma série de delimitações e restrições. Ao se estabelecer a regra do impedimento, poda-se um pouco da liberdade do futebol mas cria-se um conjunto de regras que devem ser seguidas por todos os praticantes. É justo, cria uniformidade.

No entanto, quanto mais regras são estabelecidas, menor a margem possível para a expressão do indivíduo, menor a possibilidade de ser criativo. Não adianta acordar com a genial idéia de segurar a bola de futebol com as duas mãos e correr em direção ao gol para demonstrar sua criatividade e visão de mundo, qualquer juiz do planeta vai apitar na tua orelha e te avisar que não pode tocar com a mão na bola. E se você estiver jogando sem juiz, apenas entre amigos, todos eles vão rir da tua cara, a não ser alguns, que vão te bater mesmo. E se você estiver jogando sozinho e fizer isso, agora entenderá porque não tem amigos. Ser criativo no esporte, então, é encontrar aquele pequeno espaço entre a liberdade e o permitido pelas regras, tipo petecar a bola com a cabeça, o famoso drible da foca. Mas basta perguntar ao Kerlon e ele te dirá que a competitividade no esporte cria praticamente uma regra escondida, a de que a criatividade tem que conseguir vencer também as porradas que dão em quem atreve a se expressar. Hoje em dia, muita gente tem vergonha de dar um drible novo, mas ninguém tem vergonha de descer o cacete. É uma regra silenciosa, velada.

Quando conheci o streetball, uma matemática inconsciente se formou na minha cabeça. Se esse basquete de rua tem menos regras, consequentemente tem mais liberdade, mais criatividade e maior espaço para a expressão pessoal. Parecia bacana, uma abordagem diferente, um passo mais longe do esporte, mas um passo mais perto da arte. Ninguém quer saber se você andou com a bola, se carregou, se deu dois dribles, se petecou a bola com os pés, o que importa é ser criativo e criar um espetáculo. Na minha primeira impressão, parecia uma prática de resistência contra as regras, as delimitações e o padrão, uma versão esportiva do jazz. Uma ferramente dos excluídos contra a repressão, dos guetos contra o domínio sóbrio e carrancudo da NBA do comissário David Stern.

Comecei a assistir o maior grupo de streetball dos Estados Unidos, conhecido como And 1, rodar o país dando espetáculos e recrutando candidatos para fazer parte do time, tudo num modelo bizarro de reality show que, estranhamente, não tem cenas de sexo. Eu vibrava com os lances, acompanhava a vida dos jogadores, torcia para os meus favoritos. Até que minha visão romântica da coisa foi sendo aniquilada por uma quantidade absurda de imbecis, excesso de competitividade e um tal de Rafer Alston.

Explico. A intenção da And 1 é, claro, criar um espetáculo com jogadores que se expressam livremente através de um jogo de basquete com o mínimo de regras possíveis. Mas apenas a demonstração de habilidades e criatividade não era suficiente, tornava-se necessário enfrentar outros times e ganhar de todos, para mostrar a superioridade da marca. Para isso, um técnico foi escolhido para traçar estratégias, gritar com um louco e dar ordens para os jogadores. Quando um jogador estava dando espetáculo mas não estava ajudando o time a vencer, ganhava esporros, puxões de orelha e ia sentar no banco. Se a vitória é tão importante para eles a ponto de renunciar aos jogadores criativos, então qual o sentido do streetball? Joguem o basquete convencional e joguem para vencer, sem dribles malucos e passes cheios de enfeite. Mas a sede de vitórias só aumentou com o tempo, principalmente porque a lenda do And 1, Skip to my Lou, acabou indo jogar na NBA. No começo, fez muita merda no Bucks, ele andava e carregava a bola o tempo todo, mas depois se acertou no Miami Heat como um bom arremessador, teve atuações sólidas e responsáveis no Raptors e então foi atormentar minha vida no Rockets como armador titular, usando o nome real de Rafer Alston. Desde então, todo jogador da And 1 não quer apenas vencer - quer também provar que pode jogar na NBA, que pode dar certo no basquete convencional. Para cada drible maluco há sempre um técnico berrando que aquilo vai comprometer a vitória, seguido pelo jogador que driblou desculpando-se para a câmera ao fim do jogo: "Eu consigo fazer isso com a bola, sei driblar assim, mas também sei jogar sério. Posso jogar contra os caras da NBA de igual para igual." Claaaro que pode. Conhece aquela do português?

Fui assistir ao jogo do And 1 contra um selecionado brasileiro no Ibirapuera e essa vontade de vencer ficou mais do que óbvia. Ao tomar um drible constrangedor, o armador-sensação nanico e branquelo The Professor agarrou o brasileiro pela cintura, parando o jogo. Quando o placar começou a apertar, começaram a apelar para faltas duras, apertando na defesa e disparando cotoveladas. Ao fim, uma das estrelas do And 1 brigou feio com um brasileiro e teve que ser contido. Ah, os prazeres de ver o esporte unindo culturas, realidades distintas e fazendo com que uma queira beber o sangue da outra em nome da vitória.

Se eu me preocupo com a influência da And 1 no aprendizado dos fundamentos do basquete pela garotada? Se a And 1 está colocando o foco nos dribles ao invés de no posicionamento, defesa, arremessos, passes, rebotes e todo o resto? Não, não me preocupo, não me importo, tô cagando e andando. Mas eu me preocupo demais com o espírito competitivo que a And 1 injeta nas veias da pirralhada. Pessoalmente, joguei basquete apenas um punhado de vezes em quadras abertas em parques por aí. O basquete praticado é, em geral, o streetball. São adolescentes executando dribles malucos, passes de costas, e depois dando cotoveladas e socos no queixo para vencer a todo custo uma partida de brincadeirinha. Não compreendo. Se não há risadas, diversão e expressão no streetball, para que ele serve? Por que não estão jogando o basquete tradicional, competitivo, e tendo chances de jogar em clubes de verdade onde poderão ver muito sangue e ouvir muitos técnicos berrando com eles? Aliás, sendo que jogo de graça apenas para me divertir, qual seria o sentido de jogar contra adversários que me dão um soco na nuca para impedir que eu faça uma bandeja livre? Se você quer tanto a bola, pega a bola, toma, é melhor eu ir ver o filme do Pelé.

Por isso, entendo cada vez menos a existência do streetball. Nos Estados Unidos, inclusive, ele acaba criando um ciclo completamente deturpado. Ao invés de ser um esporte praticado por quem quer se expressar mais livremente ou por quem não conseguiu jogar na NBA ou em outras ligas profissionais, ele acaba seduzindo adolescentes que querem ou precisam de uma graninha e não acham que valha a pena ir jogar de graça por uma universidade. O problema é que são as universidades que revelam os talentos para a NBA, então quando um jovem prefere ganhar um dinheirinho para jogar streetball na TV ao invés de ir pra faculdade, ele está consequentemente recusando uma chance de jogar na NBA (além de perder a chance, claro, de ter um diploma universitário, que serve ao menos para render cela especial caso você seja preso). Mas jogar na NBA ainda é o sonho de qualquer jogador de basquete, seja pelas oportunidades, seja pelo dinheiro, e então aqueles que negaram ir para a universidade acabam tentando convencer o resto do mundo, numa quadra de streetball, que conseguem jogar sério e poderiam estar praticando basquete de verdade. Tudo em vão. O Rafer Alston, único a sair do mundo do streetball rumo às quadras da NBA, fez faculdade normalmente. E apesar de ser uma grande lenda no basquete de rua, fede generosamente no basquete tradicional (mesmo que alguns não concordem comigo, provavelmente por não serem torcedores do Houston como esse sofredor que vos escreve).

Teoricamente, acho o streetball uma iniciativa válida e divertida, mas apenas se alguém estiver se divertindo através dela. Em geral, quando vejo alguém se desfazendo das regras do basquete, costumo perguntar o motivo. "Por que você prefere jogar basquete de rua?" É uma escolha, claro, mas é em geral uma escolha incoerente. As regras viram farofa mas a competição, a vontade de vencer, a agressão, os egos, os técnicos, a obrigação, tudo está lá. Para quê tirar as regras, então, se o resto do pacote não fica nem um pouco mais divertido? No fim das contas, o streetball não é jazz, não é resistência - é apenas uma idéia que, deturpada, tenta arranjar em vão desculpas para existir. E que enquanto isso vende uns pares de tênis que, aliás, me causaram uma tendinite no joelho. Não recomendo.

17 comentários:

Victor Moraes disse...

Concordo com o que você escreveu ai. A partir do momento que a competitividade entrou no streetball, perdeu a graça e a razão de ser. Enfim prefiro o bom e velho basquete tradicional tanto para assistir como para praticar. Embora até consiga fazer umas gracinhas com a bola prefiro não fazê-las enquanto jogo em algum lugar. Eu gosto mesmo é do basquete tradicional, And1 é modinha, logo o mundo volta ao normal e eu não vou mais precisar dar voadoras em engraçadinhos batendo bola em baixo das pernas na minha frente.... hehehehehehehehe

Luiz Guilherme disse...

Quanto a tomar dribles desconcertantes, vc tomará com ou sem street no mundo, enquanto houver uma perna ou uma guarda aberta, aguem pensará em te deixar com a cara no chão. E tenho um par de And1 já no fim e me foram muito bem, melhor que meus nikes anteriores, inclusive!

Manguxi disse...

A seriedade imposta à actual AND 1, tirou a graça da brincadeira.

O Rafer Alston, foi um projecto que deu certo ( venda de tshirts + sapatilhas = money)ao Stern da AND 1. Logo, Stern que se preze, não trocaria arte e brilhantismo por dinheiro.

Eu tenho dito aos meus amigos que no futuro, nós vamos ter mais prazer em assistir ou participar de uma pelada no bairro (seja ela, de futebol ou basket), do que nos prendermos em frente a tv para assistirmos desporto de alto nível.

O maldito/bendito dinheiro está acabando com o amor ao desporto.

Fiel disse...

Tb concordo ! Fui ver o and1 so que num parque, e o negocio é bem por ai ...inclusive no dia uns muleques brazucas tiraram um barato de um dos caras e os bacanas nao aceitaram a brincadeira, ja achei bem ridiculo, dai claro, quiseram humilhar os muleques, mas teve um deles que jogava demais ate que conseguiu um 360 finalizando com a dunk pra galera ir ao delirio. Detalhe que o brasileirinho era um pouco maior que eu, que sou um anao ...haha. O cara devia ter 1,80.
Esse fato no jogo do ibirapuera ocorreu com o Bauruzinho, o muleque humilhou e o Professor apelou, sabe que a partir dai eu que gostava do maluco passei a nao ter nem vontade de assistir.

E outra coisa, tava eu um dia desses em um parque enquanto a galera jogava, como sempre uma panelinha (caldeirao mesmo) de um lado, e chega um muleque pra jogar junto que claramente nao jogava street e sim regras FIBA mesmo, chutava bemd e fora, mas os caras ficavam putos, mesmo qdo o cara acertava, pq queriam so fazer graça, ate que em determinado ponto, esse rapaz fez uma falta normal de jogo, um pouco mais dura, mas nada demais ... pronto. Foi motivo para vairos da panela irem pra cima do cara, num ato covarde ...depois dessa perdi a vontade tb de jogar esse street, agora estou brincando num clube, com regras fiba mesmo.

Enquanto é pros caras humilharem, fazerem graça, os outros tem que levar na esportiva, mas saiu do "script" muda todo o espirito ...

Felipe disse...

Defendo os tenis And1 também! É o melhor tenis disparado que tive, isso não tem como negar!

E o streetball mudou absurdo desde o primeiro And1 Mixtape 1. Era divertido ver as pessoas invadindo quadras, berrando e zuando uns com o s outros. A partir do Hot Sauce, quando a And1 virou franquia, tour pelso EUA, começou a ganhar cada vez mais dinheiro, tudo ficou uma grande merda.

Estava no ginásio contigo assistindo ao mesmo jogo, e foi lindo ver que meu colega aqui de Bauru, sabe o Bauruzinho (não o que foi roubado, o jogador de basquete mesmo) humilhou o The Professor... Resultado: ira, briga, competitividade sem porquê!

Bom, que tenhamos muito mais Iversons, creio que é a fusão perfeita de streetball com o basquete convencional, com a NBA.

Felipe Jr. disse...

Concordo com o post
streetball foi assim como muitas outras culturas destruidas pelo capitalismo selvagem...hauehaeuhauehuaehuaeh

Anônimo disse...

Não gosto da And1, não gosto de streetball e os tenis são zuados d+

Abraços

Caio_SBC

leleo¹ disse...

Basquete pra mim eh fundamento, tudo que se afasta disso pra mim é irrelevante, eu não gosto de Streetball!

Anônimo disse...

Street é legal? sim, é legal. Mas os caras da NBA tem jogadas tão plásticas e criativas, jogando dentro da regra, que eu prefiro assistir a esses jogos. Principalmente quando o jogo está naquela tenção, e ninguém tem a audácia de tentar uma jogada mais maluca, aí vai um Bryant ou LeBrom da vida, chama a responsa e faz aquela enterrada mais espalhafatosa em cima do craque adversário. Tudo dentro da regra, e com a mesma adrenalina. Então concordo com Danilo. Pra quê streetball?

Heverton Elias

rafael disse...

eu acho q streetball tem uns lances plásticos até, mas sei lá...liberdade meio tosca no geral. Meio sem cabimento umas ausências de falta..mas enfim, comment pra dizer que o mais triste do And1 no Brasil foi o público das seletivas.

Fui acompanhar os caras de calça e tênis desapropriado porque não daria para bater uma bola e voltar para o trabalho, mas daí, nem se eu quisesse. As panelas da quadra se fechavam e uma molecada que queria bater uma bolinha com o ídolo, não conseguia nem a pau. Ficava um pivô que todo mundo já sabia que enterrava forte pra dedéu, enterrando forte pra dedéu e um armador que todo mundo já sabia que dava uma finta de sobrancelha fazendo a mesma firula. Pra pivete jogar tinha que ser irmão mais novo do pivô que enterrava.

E daí é essa mentalidade que vai para as quadras.

triste

Montanha disse...

Baboseira kra,eu jogo streetball há tempos e também frequento muitos lugares.
kra não existe esporte sem competitividade,e do jeito que você falou que é um jogo muito agressivo a onde??? pode ter certeza que o basquete é muitoooooooooooo mais agressivo que o streetball,quantas vezes eu vou jogar street e ta tudo beleza todo mundo jogando dando como vc diz "dribles e passes malucos" e nada disso acontece,mas qd vou jogar com os andróides aí sim eu vejo algo agressivo,ja vi um kra perder dois dentes na quadra.Kra e o jogo da And1 no Brasil tudo marmelada,vc axa mesmo que a And1 Brasil consegue alguma coisa contra a And1? a And1 Brasil é uma merda,eles sim,todos podem dizer que são um mau exemplo,além de não jogar nada são tudo uns vermes,Tenho amigos que ja jogou muitas vezes com eles,eles sim botam "GANHAR" acima de tudo.

Anônimo disse...

Eu foi para um jogo da and 1 e vi, é Tudo que vc falou ai !
mais ai, vc nem sabe quando fala de uma modalidade depois cita outra
vc falou de
basquete NBA
Street ball AND1
Basquete de rua cara vc falou de 3 modalidades diferente
criticou elogiou e nem sabe diferenciar

Street ball tem dono ? quem é? vc sabe?

cada modalidade dessas ai tem seu conceitos e todos esses comentarios ai só serviu pra comentarem msm nao to dismerecendo ninguem só to dizendo que
cada ser humano agarra a oportunidade que lhe é oferecida
pergunte a um morador da QNR2 se ele quer jogar basquete convencional ?
pergunte em qual faculdade?
cara cada um tem sua realidade e agarra a oportunidade que é lhe oferecida abraços a todos
mas, seria bom
DIAGNOSTICAR as três modalidades

De; Johnnie Ceilandense
CORDENADOR DE ESPORTE.

susan disse...

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Susan

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DOIS POR CENTO® disse...

Eu sou sidney ,e acho que graças ao streetball muitas coisas mudaram na nba ... De onde veio o crossover? As dunks espetaculares no jogo e até mesmo no all-star-game?
Na realidade, não existe apenas a AND1 , e você só se baseou nela. A and1 veio crescendo muito nos últimos anos, e isso fez com que mudasse o conceito de streetball. Eu acho que para criticar essa arte você tem que entender de todo o assunto, pois não existe apenas o time AND1 , existe The notic , dime 55, chinas mostwanted , entre outros...
E pelo amor de deus, pancadaria existe em qualquer lugar! , Não só apenas no streetball !
E não é qualquer rachão por ai que pode ser chamado de streetball. Assista competições de 1 contra 1 (X1) , veja um desses times citados acima, e aprenda qual é o verdadeiro streetball...
ABRAÇO

Snow disse...

Como você mesmo disse que chegou a comprar tênis de marca excluisva do streetball, quer dizer que já jogou..
ou ao menos tentou, e, FRACASSOU.
Já tive vários tênis da AND1 e com certeza são ótimo.
E em relação ao que escreveu sobre o streetball, eu concordo em partes.
O objetivo de qualquer esporte é vencer, e o streeball faz isso com um gositnho especial.
Nada mais gostoso que pegar um jogador de basquete indoor e humilhá-lo com dribles.
É a arte, a expressão corporal de estar jogando ao som do hip hop.
Nada pode se comprar aos esportes de rua.
Assim como não pode ser comparado o Skate street com o vertical.
Tudo que usa a criatividade, fica mais bonito.
O jogador de basquete de rua pode abrir a boca e dizer:
Eu sou o melhor.

RATINHO AND1 BRASIL disse...

BOM.NEM SEI POR QUE ESTOU PERDENDO TEMPO EM DEIXAR MEU COMENTARIO SOBRE ESTE LIXO QUE ESCREVERÃO AQUI.MAS DEIXO MINHA PERGUNTA AQUI

´ O QUE VCS ESTÃO FAZENDO PELO ESPORTE NO BRASIL PORRA NENHUMA.

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