quinta-feira, 4 de março de 2010

É marmelada

Já vi o LeBron cobrar tantos lances livres que o meu cérebro até derreteu


Volta e meia, lá na nova casa do "Both Teams Played Hard" (onde respondemos mais de 1.150 perguntas em menos de um mês), aparece alguém reclamando que basta assoprar o LeBron, ou o Kobe, para que seja marcada uma falta. Parece ser uma boa hora, portanto, para comentar a arbitragem da NBA e dar uma olhada nas acusações que um ex-árbitro, o Tim Donaghy, andou tacando em cima da liga.

Para quem não lembra, Donaghy deixou de ser juiz da NBA em 2007 para ir ver o sol nascer quadrado. Foi preso após confirmações de que havia influenciado os resultados de alguns jogos para favorecer apostas e ganhar uma baita grana. Depois de sair do xilindró, tentou lançar um livro sobre os bastidores da arbitragem na NBA, mas o livro sofreu processos, foi cancelado muitas vezes e só recentemente encontrou uma editora disposta a publicá-lo. O livro se chama "Personal Foul", dá pra comprar pela internet, mas foi bastante ignorado pela mídia esportiva. Parece que todo mundo resolveu ignorar qualquer coisa que o Donaghy diz porque ele é um safado e pode estar mentindo apenas para sujar a imagem da NBA assim como acabou sujando a sua própria. Do tipo "vou pra merda mas te puxo junto".

Muitas coisas que ele afirma em seu livro podem ser exageradas ou simplesmente mentirosas, mas algumas não apenas são interessantes como também mostram-se essenciais para compreender como árbitros são seres humanos dotados de emoções e opiniões. Mais do que tornar óbvio uma trapaça por parte da arbitragem, vejo algumas acusações do Donaghy como simples constatações de que juízes são mamíferos bípedes dotados de polegar opositor, com vidas que vão além das quadras e que, portanto, podem errar simplesmente porque dois seres humanos não podem, jamais, olhar para um mesmo evento e ver nele as mesmas coisas. Separei então alguns trechos do livro e traduzi livremente para podermos comentar a respeito:

"Allen Iverson nos dá um bom exemplo de um jogador que gera fortes reações, tanto positivas quanto negativas, dentro do grupo de árbitros da NBA. Por exemplo, o juiz veterano Steve Javie odiava Allen Iverson e detestava lhe marcar algo favorável. Se Javie estivesse na quadra quando Iverson estivesse jogando, eu iria sempre apostar no outro time para vencer ou ao menos ter uma chance disso. No importava quantas vezes Iverson fosse parar no chão, ele raramente veria a linha de lances livres. Por outro lado, o árbitro Joe Crawford tinha um neto que idolatrava Iverson. Uma vez vi Crawford trazer o garoto da arquibancada para dentro da quadra durante o aquecimento para conhecer a grande estrela. Iverson e o neto do Crawford estavam lá, se cumprimentando, sorrindo, falando sobre todos os tipos de coisas. Se Joe Crawford estivesse na quadra, eu tinha certeza de que o time de Iverson ganharia ou teria ao menos uma chance disso."

Pode parecer horrível, mas é completamente natural. Se eu fosse apitar um jogo, por mais imparcial que eu tentasse ser, seria incapaz de não marcar quinhentas faltas no Bruce Bowen imediatamente, porque sei que o cara é sujo. Seres humanos não são imparciais, suas opiniões, gostos, visões de mundo, sentimentos e interesses guiam aquilo que é visto e aquilo que passa despercebido. Enquanto um sujeito olha a Alinne Moraes e vê apenas um par de seios, o outro pode olhar e notar apenas os brincos, depende da preferência sexual de cada um. Uma falta nunca é óbvia, ela depende de interpretação e, portanto, depende de como um juiz se sente naquele momento. Donaghy descreve como alguns juízes gostam de alguns técnicos e odeiam outros, assim como qualquer um de nós gosta de alguns colegas de trabalho e odeia o gordo de bigode que fica fazendo trocadilhos quando você tenta se concentrar procurando pornografia no escritório. Por mais que tentemos tratar todas as pessoas da mesma maneira, é impossível não deixar que nosso afeto guie, mesmo que inconscientemente, o modo com que lidamos com o mundo.

O papel da NBA é guiar um pouco o olhar dos árbitros para aquilo que julgam ser o mais importante, o mais necessário, mas não podem formar o olhar por completo, do zero, porque o ser humano que apita o jogo já está lá antes da NBA chegar. No entanto, é o modo que a NBA guia o olhar da arbitragem que merece atenção:

"Raja Bell, antes parte do Phoenix Suns e agora membro do Charlotte Bobcats (...) foi um especialista em defesa durante toda sua carreira (...), tendo uma reputação de ser um "defensor de estrelas". (...) Kobe Bryant muitas vezes se viu frustrado pela tenacidade de Bell na defesa. Você deve pensar que a NBA amaria um cara que defende tão bem assim, mas pense de novo! Defensores de estrelas estragam a exibição dos jogadores importantes. Fãs não pagam ingressos caros para ver jogadores como Raja Bell - eles pagam para ver superestrelas como Kobe Bryant marcar 40 pontos.

Se um jogador de peso como Kobe colide com alguém como Raja Bell, o apito vai quase sempre soar a favor de Kobe e contra Bell. Como parte de nosso treinamento constante e da preparação para os jogos, árbitros da NBA regularmente recebem vídeos com trechos de jogos enviados pelo escritório da liga. Durante anos, revi muitas horas de vídeos envolvendo Raja Bell. As gravações que analisei geralmente mostravam faltas sendo marcadas contra Bell, raramente a favor dele. A mensagem era sutil mas clara - apite faltas contra o defensor de estrelas porque ele está prejudicando o jogo."

É bem óbvio que a NBA quer que as grandes estrelas sejam um sucesso absoluto entre os fãs. As estratégias do David Stern com relação à arbitragem para aumentar o placar dos jogos e favorecer as estrelas são conhecidas: com o passar dos anos, mais faltas são marcadas, menos contato com as mãos é permitido e mais lances livres são cobrados. Mas o que não sabemos é que, sutilmente, a NBA está mesmo treinando árbitros para que os jogadores de ataque - especialmente as grandes estrelas - passem mais tempo na linha de lances livres. Não se trata de algo específico para o Kobe, ou para o LeBron, mas sim algo geral em toda a liga para proteger as estrelas. Kevin Martin cobra milhares de lances livres e é tão famoso quanto o padeiro aqui do lado de casa, o que importa é que ele é um jogador puramente ofensivo e por muito tempo representou todo o ataque do Kings. A NBA guia o olhar dos árbitros a defender as estrelas, privilegiar o ataque e marcar muitas faltas, mas os juízes são humanos e acabam seguindo essa instrução dentro de seus próprios critérios e opiniões. Com alguns, Kobe cobrará mais lances livres do que com outros.

Donaghy também aponta, horrorizado, como juízes inventam marcações para compensar cagadas. Todos nós sabemos que os árbitros estão sujeitos a cometer erros e que deve ser uma merda colocar a cabeça no travesseiro depois pensando que você prejudicou a temporada de alguém com um erro seu - isso em qualquer esporte, emprego ou vida familiar. Nada me parece mais óbvio do que juízes tentando arrumar as besteiras que acabaram de apitar, ou se borrando de medo de apitar alguma coisa muito errada na frente de uma torcida furiosa ou de um técnico babando sangue. Temos que lembrar que árbitros trabalham na frente de todo mundo e suas marcações são avaliadas o tempo inteiro por trocentas câmeras - tente fazer isso no seu trabalho e com certeza não teremos cutucadas de nariz, Orkut sendo usado no escritório, cochilos tirados na privada do banheiro, e certamente sobrará apenas um pânico enorme de fazer alguma burrice.


"Se o Kobe Bryant tem duas faltas no primeiro ou segundo quarto e vai pro banco, um árbitro vai dizer para o outro: Kobe tem duas faltas. Vamos ter certeza de que, se marcarmos uma falta dele, seja uma falta bem óbvia, porque senão ele vai voltar para o banco. Se ele estiver em uma jogada em que marcarmos uma falta, dê a folta para outro jogador".

Mandar um mané para o banco talvez ninguém perceba, se for alguém como o Darko nem a mãe dele vai notar que ele não está na quadra. Mas mandar o Kobe pro banco será algo recebido com críticas, reclamações, vaias, punições, a não ser que sejam faltas incontestáveis. É por isso que um juiz vai preferir mandar o Darko para o banco do que o Kobe, simplesmente porque o Kobe interfere mais no andamento da partida e, portanto, uma cagada com relação a ele tem mais repercussão. Some a isso o fato de que a NBA privilegia os jogadores de ataque quando ocorre contatos e colisões e temos a junção perfeita: um ser humano com medo de errar, opiniões próprias sobre os jogadores e um olhar conduzido a proteger a estrela no ataque. Essa é a receita para que LeBron, Wade e Kobe tenham cobrado lances livres suficientes para queimar suas imagens em nossas córneas.

"As Finais da Conferência Oeste de 2002 entre o Los Angeles Lakers e o Sacramento Kings mostram um terrível exemplo de manipulação de jogos e séries do modo mais feio possível. Enquanto os times se preparavam para o Jogo 6 no Staples Center, Sacramento liderava a série em 3-2. Os árbitros designados para apitar o Jogo 6 eram Dick Bavetta, Bob Denelay e Ted Bernhardt (...).

Na reunião antes do Jogo 6, o escritório da liga nos avisou que algumas marcações - que teriam beneficiado o Lakers - não estavam sendo apitadas pelos árbitros. (...) Depois de receber a mensagem, Bavetta falou abertamente sobre o fato de que a liga queria um Jogo 7. "Se dermos preferência nas marcações para o time que está perdendo a série, ninguém vai reclamar. A série vai estar empatada em três jogos para cada, e o melhor time poderá ganhar o Jogo 7", Bavetta afirmou. Como a história nos mostra, Sacramento perdeu o Jogo 6 numa virada eletrizante que viu o Lakers repetidamente ser mandado para a linha de lances livres pelos árbitros. Para os outros árbitros da NBA assistindo ao jogo na televisão, foi uma performance vergonhosa do Bavetta e seu grupo, um dos jogos mais mal apitados de todos os tempos."

Onde Donaghy vê uma conspiração da NBA para favorecer o time com mais torcida e ganhar mais dinheiro com um jogo 7, só consigo ver a NBA cometendo um erro para tentar concertar outro. O Lakers havia sido levemente prejudicado e os engravatados tentaram compensar isso mudando a arbitragem da partida seguinte para que os fãs não pudessem reclamar. Mas é claro que com a pressão por parte da NBA, tanta gente assistindo e o medo de errar, as recomendações simples acabaram virando um festival de péssimas marcações. Só no quarto período, o Lakers cobrou 18 lances livres a mais do que o Sacramento Kings.

Há muito de "teoria da conspiração" no livro de Donaghy, mas aquilo que podemos apreender com segurança é que os árbitros erram o tempo inteiro e tentam concertar imediatamente, nem que para isso tenham que inventar faltas. Mas por medo de interferir ainda mais no jogo, não inventarão faltas em cima das grandes estrelas. Enquanto isso, são instruídos para permitir que os ataques da NBA fluam e as estrelas pontuem, sem que um ou outro time seja especificamente favorecido. Então, da próxima vez que o LeBron ou o Kobe cobrar quarenta lances livres e alguém te disser que estão roubando, que o Spurs é sempre favorecido, que o Lakers é sempre prejudicado ou alguma outra besteira desse tipo, apenas lembre que seres humanos se borrando de medo estão apitando esses jogos - com a NBA cochichando em seus ouvidos para que os placares possam continuar inflados para que os fãs não acabem pegando no sono em casa.

A possibilidade de rever jogadas nos minutos decisivos por várias câmeras foi um passo importante para tentar diminuir o medo de marcações que influenciem todo o andamento de uma partida, ou de uma série de playoff, ou de uma temporada. Mas o tipo de olhar que se coloca na NBA não vai ser alterado pelas câmeras: hoje em dia, busca-se o espetáculo dos pontos, os ataques bonitos, e é com esse olhar que os torcedores vibram, os engravatados instruem e os árbitros apitam. Não há certo ou errado nas marcações, é apenas o filtro pelos quais os olhares da nossa época passam antes de chegar no objeto. Antigamente, o olhar era voltado para o combate dentro do garrafão, o jogo físico, a pancadaria. Cada época exige sua abordagem, tem um público diferente e pede um novo modo de arbitragem. Tem muita gente por aí que gosta de ver é defesa, e o Spurs provou que pode construir uma dinastia defendendo bem pra burro, mas isso não traz novos fãs para o esporte e nem vira vídeo popular no YouTube. Pode ser um saco ver o LeBron cobrar 40 lances livres, mas isso não é ladroagem, não é um horror deturpado para os amantes dos tempos áures do passado da NBA, é apenas diferente. Um olhar diferente sobre o esporte, algo que sempre continuará acontecendo, de tempos em tempos, enquanto os humanos continuarem torcendo, jogando e apitando partidas.

19 comentários:

Douglas disse...

Pensei que estava lendo um comunicado oficial da NBA. Acho que David Stern não teria feito melhor. Nessa vocês pisaram na bola.

Anônimo disse...

Que a NBA privilegia o espetáculo ninguém duvida, mas faltava uma análise sobre como isso ocorre, e essa foi uma das melhores análises feitas pelo Bola Presa.

Sobre as 1150 perguntas. Tá uma coisa insana mesmo, quando eu penso em perguntar algo e vou lá no BTPH pra escrever, encontro alguém que já fez a mesma pergunta, um outro que fez uma variante da pergunta, um outro que comentou a resposta e um quarto que vcs respondem assim "já falamos sobre isso". Loucura.

Heverton Elias

MAURICIO disse...

Parabéns, ótima análise. Simplesmente sensacional. Neste livro tem algo sobre as finais do Oeste de 2000? Abraços!

Willian disse...

Denis e Danilo, não lembro quem falou.. aquela falta NO Carmelo (nas finais do Oeste contra o Lakers) que foi apitada CONTRA ele também não foi para provocar mais jogos? Se não me engano o Nuggets ia ficar com 3x1 ou fecharia a série.. Abraços

Danilo disse...

O comunicado oficial da NBA seria "Nossos juízes são imparciais, não existem erros de arbitragem, está tudo sob controle". Acho que tentei mostrar que não existe imparcialidade, os erros são inevitáveis e nunca haverá controle do que acontece dentro de uma quadra. Não acho que o David Stern gostaria desse ponto de vista. Abraços!

Fernando Araujo disse...

Impecável, já tinha lido algo nessa linha antes e creio que deva ter sido por aqui mesmo. A verdade é que não reclamo dos lances-livres do Wade porque sei que marcam no Kobe também.

A única coisa que realmente me deixa chateado é a maneira como o garrafão defensivo é prejudicado.

Lembro que vocês escreveram sobre o Yao reclamando disso, que o garrafão não pode ser físico. Nessa parte eu gosto do basquete bem puro e com contato, velha escola. Acho que nomes como thabbet,oden, bynum e outros já teriam vingado se fosse em 1990 e pouco, antes das regras anti-shaq. O que vocês acham?

E o David Stern Odiaria essa sua crítica, rsrsr. Trajano, vou te mandar mais um e-mail pra vc ler essa coluna, kk.

Danilo disse...

Mauricio, o livro comenta sobre como o Bavetta, muitas vezes escolhido para "compensar" jogos em séries que foram mal apitadas, foi o árbitro do jogo 7 das finais do Oeste em 2000 e marcou trocentos lances livres para o Lakers. Mais uma vez, parece apenas uma tentativa de arrumar erros anteriores que acaba ficando desastrosa.

Willian, tentei achar nos posts antigos nossos comentários sobre essa falta, mas não encontrei nada... vou ficar devendo! Abraços!

Pudão disse...

Então o Dênis além de ser campeão lalado com o Curintia também é campeão da NBA surrupiado?
Bavetta e Marcio Resende são seus ídolos? rsrsrsrs

Não se preocupe o Tyreke ira vingar.

Anônimo disse...

Mais um belo texto, mas "consertar", no sentido de aprimorar, refazer melhor, é com S.

Douglas disse...

"Onde Donaghy vê uma conspiração da NBA para favorecer o time com mais torcida e ganhar mais dinheiro com um jogo 7, só consigo ver a NBA cometendo um erro para tentar concertar outro. O Lakers havia sido levemente prejudicado e os engravatados tentaram compensar isso mudando a arbitragem da partida seguinte para que os fãs não pudessem reclamar. Mas é claro que com a pressão por parte da NBA, tanta gente assistindo e o medo de errar, as recomendações simples acabaram virando um festival de péssimas marcações. Só no quarto período, o Lakers cobrou 18 lances livres a mais do que o Sacramento Kings."

Nesse parágrafo fica muito claro que ouve manipulação, Danilo. "...os engravatados tentaram compensar isso mudando a arbitragem da partida seguinte..." Quer prova maior que essa? Como diabos "mudam" as regras do jogo no meio de uma série de playoff? E pior, sem avisar os jogadores sobre as novas "recomendações"? Respeito a sua opinião, mas para mim ficou claro que a NBA queria o Lakers na final da liga. Mike Bibby, Chris Webber e Vlade Divac não dão a mesma audiência que Kobe e Oneal.

Rodrigo Lakers disse...

A NBA certamente devia querer o Lakers na final por uma questão muito óbvia... mercado. Como hoje o Mr. Stern reza todos os dias para que haja um confronto entre Kobe e Lebron nas finais. É lógico isso, pra NBA ter uma final com o Spurs deve ser uma merda! Com o Lakers ou o Knicks ou o Bulls do Jordan e agora o Cavs é um bom negócio. Mas mandar o Bavetta entregar o jogo eu duvido, acho que acreditar nesse Donaghy é o mesmo que acreditar no Edilson ou em puta! Como se o Bavetta tivesse encestado aquela bola de 3 do Horry que salvou o Lakers da (provável) eliminação. Que as estrelas também são protegidas já é senso comum...

Anônimo disse...

meu deus....vcs coseguem convercer uma pessoa de ateh pular de para-quedas sem para-quedas!!!

Farid Tranjan disse...

Muito bom o texto, falaram bastante sobre o aspecto humano dos árbritos, o medo de errar, a compensação por besteiras em quadra e por "seguirem ordens" de fazer tal time vencer. Mas ainda tem algo mais grave que tudo isso, o próprio motivo que causou tudo isso: A roubalheira pura e descarada, por grana. Se aqui no Brasil vemos isso por alguns poucos milhares de reais, imagina no mundo bilionário da NBA o que deve rolar por trás dos bastidores.

Anônimo disse...

nao sabemos quanto aos salarios dos árbritos, mas eu penso o seguinte

numa grande empresa os mais altos cargos recebem maiores responsabilidades e maiores salários, se acontecer alguma merda eles q tem q aguentar a pressão e saber conduzir a situação

para os árbritos, a mesma coisa, se eles são da NBA eles têm os maiores salários e tem q saber fazer o trabalho sob pressão, se não sabem, a preparação deles ta errada, igual a de um excutivo q faz cagada.

abraços

Luís Finotti

Fernando Araujo disse...

Bom gente, os árbitros ganham muito bem pra quem não sabe ok. Mas apenas deixando uma coisa clara.

Realmente o bolapresa tem influenciado um tanto a galera, vamos ser críticos. Não posso acreditar num cara que mentia pra roubar o jogo.

Mas quanto a apitar a mesma coisa de formas diferentes em jogadores diferentes por árbitros diferentes é errado. Não tem como entender. é preciso ter padrão. Ainda mais em caras que tem mais de 30 anos de liga. Senão é outro esporte a cada dia.

Acho complicado acreditar em teoria da conspiração e acreditar num cara q nunca iria falar bem da liga. Ele apenas quer causar mais tumulto do que já causou.

Erros são humanos mas não pode existir falta de coesão nem apoio de superiores. O que é falta no kobe também tem que ser no Sasha pavlovic. ok?

Anônimo disse...

Eu, como um humilde torcedor do Knicks só torço pro Cavs não ser campeão este ano e ter a chance de conversar sobre um contrato em 1° de julho. Se ele não quiver vir poderá continuar sua luta ao anel, mas seus parceiros estarão cada vez mais velhos.. Torço para que enfrentem o Nuggets na final, pois o Anthony poderá finalmente mostrar a todos que (além de jogar num time muito melhor) é tão ou igual LeBron em termos de jogador. abraço WillKnicks

Eddy disse...

Muito bom o texto, e o que confirma todas essas coisas, é o fato de existir aquela programação dos canais de tv e talvez do league pass(não tenho certeza), que abre uma votação para escolher qual jogar merece o destaque naquele jogo. E é óbvio que quem está pagando para ver um jogador específico, não quer que ele fique no banco.

Não acredito que o Donaghy está tentando denegrir a imagem da liga, mas apenas mostrar a realidade que é a NBA e quanto o Stern manipula as coisas e sempre favorecendo quem vai render mais pra ele.

Felipe Noronha disse...

Ontem, assistindo Cavs e Pistons, um lance me marcou pelas risadas que dei: Última bola do terceiro quarto, o Cavs ainda atrás, bola, claro, na mão do LeBron.
Ele fica batendo bola pra arremessar no estouro. Quem o marca? BEN GORDON.
Tipo, o Gordon não marca nem minha mãe jogando basquete. Como deixam ele marcar o LeBron? Claro, bola de três feita e a vantagem do Pistons que foi de 21 pontos indo pro saco.

Anônimo disse...

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