terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Diversão e ódio

O Leste se divertiu, e você?

Acompanhamos a partida entre Leste e Oeste do All-Star no domingo o tempo inteiro no nosso Twitter, com comentários engraçadinhos de tudo que aconteceu no jogo e vendo como nossos leitores se saíam na promoção valendo o tênis do Derrick Rose (clique aqui para ver os resultados). Nos divertimos muito com o jogo, que achamos fantástico, e deixamos transparecer isso nos nossos comentários. Foi um jogo divertido, disputado, competitivo e engraçado que tivemos enorme prazer em acompanhar. Mas, como o Twitter é aquela metralhadora de opiniões aleatórias, recebemos tanto comentários de quem estava adorando o jogo com a gente quanto comentários de quem odiou o jogo, o evento, os jogadores envolvidos, e todos os outros dias de festividades. Então vem, vamos sentar um pouquinho, pega um suquinho de limão, e vamos conversar um pouco sobre para que serve o All-Star Game e essa onda de ódio por aí.

Conheço um monte de gente que não assiste ao All-Star Weekend, diz que é chato e bobo. Sem problemas. Mas eu também conheço um monte de gente que assiste apenas ao All-Star Weekend, que me procura pra saber como pode assistir uma vez por ano. São fãs casuais de basquete que acompanham o esporte só de ouvir dizer, de notas pequenas em sites por aí, e que gostam do clima de festa e da oportunidade de ver todas as estrelas da NBA juntas numa quadra. Com tantos times e jogadores, o fã iniciante sempre fica intimidado, não sabe quem são os bons jogadores, quem ele deveria admirar ou acompanhar. Vocês não tem ideia da quantidade de perguntas que recebemos no nosso formspring querendo saber quem são os times ou jogadores que "precisam" ser vistos. Frente à bagunça de trocentos jogadores em trocentos times, o fã casual ou iniciante procura desesperadamente um filtro, um meio de descobrir quem é a nata, quem merece ser acompanhado com afinco. Mesmo quem é mais experiente na NBA cai nessa armadilha através das discussões de quem é melhor, qual o melhor armador, qual o melhor pivô. É um modo de filtrar a liga e sua história. Mesmo os fãs mais apaixonados discutem o melhor armador de todos os tempos só pra filtrar o que acompanhar em um século de história. E é por isso que qualquer um tem que admitir que o All-Star Game é o maior e mais poderoso filtro da NBA. Se você ficar congelado num iceberg por décadas tipo o Capitão América e quiser saber quem são as estrelas da NBA, basta ver uma partida de All-Star Game para ter alguma noção. Tem polêmicas, o jogador chinês vai ser sempre o mais votado, sempre vai ter um LaMarcus Aldridge que vai ficar de fora, mas no geral é bem seguro. Quem acompanha só de canto de olho viu a partida de ontem e conheceu a cara dos principais jogadores da NBA, depois é que vai se preocupar com as exceções se estiver interessado.

O All-Star é uma baita vitrine para o fã casual e, acredite, trás muita gente para o esporte. Não é coincidência que ele passe em tudo quanto é pais do mundo e tenha audiências imensas. O desse ano, em particular, foi a maior audiência dos últimos 8 anos. Foi um dos assuntos mais comentados no Twitter, passou no jornal, criou barulho e trouxe novatos. Mas mesmo para quem acompanha o esporte a fundo, esse filtro do All-Star continua sendo poderoso simplesmente por colocar os melhores juntos em quadra.

Nós somos completamente contra essa bobagem de quem foi o melhor armador de todos os tempos, quem é melhor entre Deron Williams e Chris Paul, porque achamos que isso diminui demais um assunto profundo e interessante. Essas discussões só são possíveis ignorando uma série infinita de fatores que tornam cada jogador diferente e especial (elenco, esquema tático, momento histórico, regras, etc). Pelo mesmo motivo, não aconselhamos ninguém a assistir apenas à nata da NBA porque há um prazer enorme em ver os jogos do Cavs e sua série consecutiva de derrotas, do Nets e seu pivô que não pega rebotes, do Wolves e sua pirralhada que não entende o sistema de triângulos do Lakers mas tenta imitar. Ainda assim, esse filtro do All-Star ainda é mágico: coloca uma elite de jogadores interagindo entre si. É legal ver o Najera ou o Samardo Samuels fazendo o que conseguem na temporada regular, mas ver Kobe e Durant - indiscutivelmente dois dos melhores pontuadores do planeta - jogando juntos, e não um contra o outro, e cercados por outros jogadores igualmente talentosos, é uma oportunidade rara.

Veja que rara não quer dizer melhor ou pior, apenas diferente. Tem gente que gosta dos jogos disputados e brigados dos playoffs, e acha sem graça os jogos da temporada regular. Tem gente que acha legal os jogos disputados e brigados da temporada regular, e acha sem graça o All-Star Game. Isso varia com aquilo que você espera de um jogo de basquete. Então entendo que o All-Star possa ser meio sem graça para alguns, mas continua sendo uma dinâmica diferente, rara e que move nosso imaginário sedento por filtros - é um jogo "com os melhores".

Não é à toa que mesmo aqueles que expressaram mais ódio e descontentamento com o All-Star Game na internet estavam lá, assistindo e comentando (especialmente no Twitter, cheio de corneteiros que acompanharam com afinco tipo gente que detesta mas vê final de novela). Acontece uma vez por ano e tem os nossos jogadores favoritos em quadra, é difícil ignorar. Mexe com nosso imaginário, oferece uma festança gigante para os americanos que estão lá (tem eventos, brincadeiras, brindes, autógrafos, fotos, mulheres peitudas), e abre as portas do esporte para toda uma legião de fãs mundo afora. Acho muito, muito difícil conceber que alguém possa legitimamente odiar alguma coisa desse tipo ou o que ela representa.

Para os jogadores é diferente, o All-Star tem duas funções principais. Primeiro ele serve como uma estranha homenagem, uma demonstração de que o jogador é um dos favoritos pelos fãs ou que está tendo uma boa temporada e foi lembrado pelos técnicos. Mesmo que não constitua um prêmio real e tenha pouco valor, ele no fundo significa que o jogador foi reconhecido como um dos melhores no esporte e é portanto uma massagem no ego. Aposto quanto for que o Gilbert Arenas fica deprimido todo ano por não receber o convite. Fora isso, o All-Star oferece outra coisa aos jogadores: uma oportunidade de se relacionar com os seus colegas de profissão num ambiente sem competitividade extrema. Eu, pessoalmente, adoro os relatos de que jogadores da NBA se encontram nas férias para jogar uma pelada em algumas quadras por aí. Alguns jogadores até combinam e vão treinar juntos, passam semanas sobre tutela de algum treinador específico e se enfrentam diariamente. Não é porque jogam basquete profissionalmente que eles não se divirtam jogando e interagindo uns com os outros em partidas de basquete de brincadeirinha. Eles amam o mesmo esporte, fazem a mesma coisa a maior parte de suas vidas, então é natural - e muito legal - que eles se admirem uns aos outros e fiquem verdadeiramente felizes de poder bater um papo, jogar uma pelada e tirar um sarro daquele amigo que só se vê de vez em nunca na temporada regular.

Para quem não viu a partida bacanuda do domingo e quer curtir os melhores momentos, coloco o vídeo abaixo oficial da NBA com cenas incríveis do jogo em câmeras inusitadas. Para quem já viu, o mesmo vídeo contém cenas de bastidores e os microfones focados nos jogadores, captando aquilo que falaram durante o jogo e nos pedidos de tempo.



Tem um monte de enterradas e passes legais nesse vídeo, mas quer saber? É tudo secundário perto das falas, da relação dos jogadores. Vale muito a pena ver. Tem a reação do Kobe e do Duncan, fazendo careta um para o outro, quando o Westbrook deu uma enterrada violenta numa contra-ataque. O Duncan, o cara que entrou mudo na apresentação do All-Star, fazendo careta de admiração para uma enterrada! E tem também o Chris Paul elogiando todo empolgado o passe de futebol americano que o Kevin Love mandou para ele (passe marca registrada do Love, aliás) e que permitiu uma cesta de último segundo do Paul. E tudo isso com o Deron Williams e o Westbrook dando risada do passe, e o Duncan felizão lá no fundo com a jogada. Tem o Dwight Howard no meio do jogo indo lá falar com o Justin Bieber, que ficou feliz como qualquer moleque de 16 anos ficaria naquela situação. Tem o LeBron tentando motivar o time para deixar o jogo competitivo, e tem ele combinando jogada com o Derrick Rose que estava caladão e meio deslocado, sendo deixado um pouco de escanteio. Tem o Dwight votando no Kobe para ser o MVP do jogo usando o celular de algum pirralho. Tem o Gasol, o Ginóbili e o Kobe trocando passes mesmo sendo de times tão rivais - do mesmo jeito que o Garnett vibrou com o LeBron durante o jogo todo mesmo que eles se odeiem muito quando se enfrentam em quadra (a dupla rendeu uma foto tão legal que coloquei acima). Tem o Kobe desafiando o LeBron no ar, tentando enterrar escapando do toco do LeBron, e caindo feliz da vida quando viu que a enterrada tinha dado certo - e dando um tapa na bunda do LeBron como prêmio pra finalizar.

É simples assim: os jogadores se divertiram muito na partida de ontem. O jogo só é levado a sério o suficiente para ser divertido para eles, do mesmo modo que quando nós cidadãos comuns jogamos uma pelada numa quadra de rua não tentamos tirar sangue de ninguém mas tentamos deixar o jogo um pouco competitivo para ser divertido para todos. A partida teve defesa, esforço, só não teve muito disso porque é pra ser festa, não vale nada - e nem deveria valer! É uma propaganda, é um filtro, e é a chance dos jogadores se divertirem um pouco. É muito engraçado, então, que tanta gente não consiga se divertir com o jogo e fique metendo o pau em tudo. Pra mim, é gente que está vendo Chaves esperando um filme iraniano. Se você quer tanto um filme iraniano sério e pesado a ponto de não querer ver um pouco de Chaves, não tem problema, é só esperar dois dias e a temporada regular volta normalmente. Mas odiar o Chaves e seus participantes porque não é exatamente aquilo de que você gosta é ridículo. Especialmente quando os personagens estão se divertindo tanto no processo.

Parece que somos cada vez mais cercados por esse ódio fácil e semi-anônimo da internet. Eu acho as músicas do Justin Bieber um porre e passo longe, mas por que tanto ódio com a participação dele no jogo das celebridades ou com o cabelinho? Ele é só um garoto de 16 anos que come umas menininhas cantando umas músicas que ele acha divertido, como isso pode gerar ódio e indignação? Ainda mais num jogo que não vale bulhufas? Quando a Rihanna se apresentou no intervalo do All-Star Game, o Denis disse que achava o máximo e que gosta de música de menininha, o que causou uma enxurrada de comentários escrotos. Porque, claro, Rihanna não é música de verdade. Jura? Aquilo que você está escutando agora é tão diferente assim do que a Rihanna está fazendo? É fora da tradicional escala tonal? Usa os contra-pontos musicais de modo a criar uma dialética emancipatória? Vai mudar o mundo porque desassocia a música da realidade tornando-a autônoma? Aposto que não e que seu ódio pela Rihanna é uma bobagem. É só música, barulho, você pode gostar e você pode não gostar, dar um passo rumo ao ódio e levar a sério algo que sequer está levando a si próprio a sério é simplesmente ir longe demais e perder noção da realidade.

Tava o Kobe lá, rindo com o Carmelo, com o Blake Griffin, com o LeBron, num jogo que não vale nada, que não é essencial para o basquete, que não dá ponto ou dinheiro, e tem gente disposta a odiar porque ele não passa a bola? O Kobe é um pontuador, Chris Paul é um passador, o Paul passava a bola esperando que alguém pontue, o Kobe segura a bola e espera pontuar. O Rajon Rondo tava tão interessado em passar que ignorou bandejas fáceis e errou uma porque estava olhando pra trás. Grandes merdas. Não é isso que os caracteriza? Se o Kevin Love pegasse todos os rebotes do jogo alguém iria achar ridículo ele estar limpando o aro? Nenhum dos jogadores leva o All-Star Game a sério, basta ver o vídeo pra ver como eles estão se divertindo, e mesmo assim tem gente disposta a levar tão a sério a ponto de reclamar que alguém está sendo fominha num jogo festiv. De novo, é gente vendo Chaves e reclamando porque não é um filme iraniano.

Sei que isso é surpresa para muitos, mas é importante lembrar de vez em quando: basquete não é importante. É só um monte de gente correndo de um lado para o outro tentando encaixar uma bola laranja num lugar exageradamente alto. É legal, divertido, apaixonante, é uma janela para o mundo, mas não é importante. Ninguém precisa gastar tempo com basquete, se dedicar a ele, analisá-lo, assistir aos jogos. Se você não está se divertindo, ou se odeia quem torna o basquete aquilo que ele é, o passo mais simples é deixar o basquete para lá, numa boa. Nossa postura aqui foi sempre de levar o basquete com leveza e humor, porque ele não é algo sério, não é essencial. Mas somos apaixonados o bastante para debruçar sobre as estatísticas, as táticas, as possibilidades que ele nos trás de analisar as pessoas e o mundo, a ponto de gostar mais de basquete do que de um jogador só, ou de um time só. Eu torço para o Houston e gosto mais de ver o LeBron jogar do que o Kobe, admito. Mas nunca vou perder um segundo da minha vida odiando o Kobe por fazer 81 pontos - ele estava jogando basquete, e muito bem, e isso é mais importante do que minha relação com ele, com o LeBron, com o Yao Ming, com o Jordan ou com a escala tonal. Uma boa atuação ganhar o prêmio de MVP é normal, principalmente se ele queria ganhar e fez o necessário para isso lá na hora - e para todos aqueles indignados que o LeBron merecia mais, vale lembrar que é tradição do All-Star dar o prêmio para um jogador do time vencedor, então tá tudo bem.

Decidir que você odeia o All-Star, que o Jordan é o melhor de todos os tempos então que o Kobe não pode ser tudo isso, que o LeBron não tem um anel então ele não pode ser tão bom quanto o Kobe, tudo isso anula a possibilidade de acompanhar o basquete em sua totalidade, de se divertir plenamente com ele. Se você já decidiu que o Jordan é o melhor de todos os tempos, está perdendo a graça de ver um monte de gente querendo ocupar esse lugar. Assim como quem decidiu que o All-Star é besteira perdeu um bom episódio de Chaves, um dos melhores, aliás. E quem decidiu que a Rihanna fede perdeu a chance de um dia assobiar sem querer com alguma música legal que não se encaixe naquele padrão pré-moldado dos seus gostos pessoais.

A geração-internet é uma geração que sobrevive em meio ao caos do excesso de informação. As coisas nos atingem de todos os lados, o tempo inteiro, e é essencial ter um filtro para conseguir sobreviver no meio dessa bagunça. Apenas não deixe que seu filtro seja o ódio, e nem que seu filtro limite demais aquilo que lhe rodeia. É fácil decidir o que ouvir e o que não ouvir se você seguir a voz que proclama ódio ao Justin Bieber. Mas essa é a mesma voz que mandará você odiar o "Arcade Fire" porque a banda ganhou um Grammy. Não é melhor analisar cada situação em particular, com a cabeça aberta? É fácil decidir que jogador é bom e qual é ruim se você ouvir a voz que proclama que o Jordan é o melhor inalcansável, que o Kobe é um fominha, que o LeBron é um ególatra. Mas e se questionarmos a posição do Jordan analisando a geração atual a fundo e com cuidado? E se o Kobe for fominha porque ele não quer passar para aqueles que se dedicam e treinam menos que ele, que é um nerd perfeccionista, solitário e apaixonado com um perfil que vem desde criança? E se o LeBron for ególatra graças à sua infância, a relação com sua mãe e o papel da mídia na sociedade moderna? Filtros como o ódio e a discussão "tal carinha é melhor do que o outro" limitam e não conseguem ir além do óbvio. Por isso nos debruçamos tanto sobre o passado dos jogadores, suas anedotas, o momento histórico, os números, as estatísticas, e damos risada. Não precisamos do óbvio e nem de levar tudo tão a sério, com tanto ódio e preconceito. O Twitter já tem disso o bastante.

66 comentários:

Anônimo disse...

e isso ai danilo!!! da uma liçao de moral nesses moleques q tem inveja do bieber pq ele come varias minas com a musica dele!!!

Gustavo disse...

Texto foda, Danilo sempre mostrando uma visão diferente das coisas parabens!

Também acho esse mundinho de xingamentos e ódio que acontece, principalmente na internet ridículo...
Vi torcedores do Bulls criticando o evento inteiro simplismente pq o Rose não jogou bem, pq o Kobe estava fazendo muito ponto e pq o Lebron tava centralizando o jogo nele...e xingando todos! muito cadicalismo e mente fechada.

E o pior e q esse mundo de Haters ganham herois como Felipe Neto, que dedica a vida dele a odiar coisas que adolescentes gostam como restart. Eu não gosto da musica dos muleques, mas pq eu vou perder meu tempo xingando eles na internet? As pessoas tem raiva deles pq eles usam calça colorida, pq eles comem um monti de menininha gostosa?? Não consigo entender.

Sou torcedor do Celtics e jamais vou deixar de apreciar o jogo do Lebron e do Wade por eles jogarem num time rival, imagina quantas jogadas espetaculares eu vou deixar de apreciar por ter a mente fechada.

Gosto de Metal, ouvi Rock minha adolescencia inteira, mas nada me impede de ouvir um album do Kanie West por exemplo e dizer "porra du caralho as musicas desse cara!" me incomoda demais aqueles metaleiros mente fechada, que só ouvem bandas antigas e perdem seu tempo falando mal das bandas da nova geração e tirando sarro de pessoas que ouvem justin bieber, Rihhana, Restart ou sei lá o que mais que faz sucesso.

As pessoas tem que abrir suas mentes e apreciar o que é bom, se não gostar de algo, simplismente ignore, não perca seu tempo xingando e destilando ódio por ai.

Danilo disse...

Adorei você ter usado o Restart como exemplo! Gastei semanas da minha vida dedicadas ao estudo do fenômeno Restart, fui ouvir as músicas, analisar letras, ver entrevistas, escrevi textos sobre a banda e cultura pop. Muito mais divertido do que odiar é ir atrás, se debruçar, ver o que está acontecendo. E eu nem preciso gostar das músicas para isso.

Anônimo disse...

Que post exagerado... Achei desnecessario e arrogante.

bruno disse...

Danilo..gostaria d saber onde estao esses textos sobre a cultura pop

aercio_lutu disse...

All star game são como se fosse a entrega dos Oscars. Sempre fui muito fã das duas festas.

Anônimo disse...

Porque tanto ódio contra os "odiadores"?
(Why hate the haters? - Roger Smith)

Celsinhu disse...

Ódio aos odiadores??acho que é justamente o contrário caro anônimo, o povo que odeia o denis e o danilo pq eles não odeiam nda(ou quase nada)...além disso, eles tem a mente aberta o suficiente para não apenas rejeitar um fenômeno, mas sim estudá-lo e entendê-lo ao ponto de transmitir isso para nós!...ótemo post do danilo!

Farid Tranjan disse...

Eu admito que passei o jogo xingando o Kobe, mas simplesmente porque tinha apostado no Durant pra MVP e queria o tênis. :p
Eu acho justo o MVP ser do time vencedor. Eu penso assim: O jogador mais valioso tem que ser o que mais fez pelo time. O objetivo do time é vencer. Se o cara fez 20 pontos e o time venceu, ele fez o suficiente para o time vencer, foi valioso porque contribuiu para a vitória do time. Se o cara do time perdedor fez 90 pontos, desculpaí, mas não foi o suficiente pois o time perdeu. Claro que esse pensamento perde um pouco o sentido num All-Star, que não tem tanta competição, mas reflete um pouco a cultura americana de valorizar (e fabricar) vencedores.

Mas cá entre nós, seria muito legal se o All-Star, por exemplo, valesse pontos extras ou limite maior no Salay Cap para os times vencedores, e víssemos um jogo recheado de estrelas jogando como num Playoff. Claro, é idéia idiota, os jogadores poderiam se machucar, blá blá blá, mas quer seria muito maneiro, ah, seria!

Domingo teve show do Restart aqui em Macaé, eu tava lá na praia criticando todo mundo que passava multi-colorido, mas lembrei que eu tive a minha fase "Backstreet Boy" e refleti como simplesmente não me importa o que cada um gosta, apenas me importa o que eu gosto.

Eu não estava acompanhando o Knicks, mas se não me engano o Felton e o Amaré estavam se entendendo muito bem, estou curioso pra ver como essa troca vai influenciar no Power Ranking da NBA.

Anônimo disse...

Justin Bieber come menininhas? Desde quando? Aquilo é uma fanta laranja sem gás...

Paulo disse...

Não gostei do post. Parece a minha avó tentando me dar uma lição de moral, mesmo eu com 23 anos...

Fala muito em ódio, muito repetitivo...

Anônimo disse...

Engraçado que no posto do Cleveland, ridicularizaram o Samardo Samuels.

Isso não é odio ao cara?

Fabantas disse...

Infelizmente não é só na Internet, na "vida real" tem muita gente que passa o tempo inteiro só falando mal das coisas, a internet só facilita esse tipo de individuo que se sente mais confortavel sendo um pseudo-anonimo.

Se for pra assistir pra meter o pau toda hora, desliga o PC ou TV e vai fazer algo de útil na sua vida. Juro que não entendo esse tipo de gente.

Quando vi que Bieber iria participar, já imaginei Haters gonna Hate e não deu outra, foi um bombardeio no Twitter, desnecessario.

Eu me diverti bastante nesse All Star e até tava secando o Gibson pra ele errar 26 bolas seguidas...rsrsrs seria engraçado.

Denis disse...

Paulo, não foi uma lição de moral, foi uma argumentação contra esse excesso de ódio que percebemos por aí. Provavelmente você entendeu como lição de moral porque está no grupo que criticamos, mas você tem 23 anos e sabe o que faz, apenas não concordamos dessa vez.

Nós não odiamos o Samardo Samuels, apenas o usamos como símbolo do que é esse novo Cavs. Um cara sem nome, sem história na NBA, claramente sem talento para ter uma carreira muito longa nesse nível e sendo usado por minutos e mais minutos em um time completamente perdido. O Samuels sequer estar na rotação do Cavs mostra como ele são ruins, é isso.

E não é ódio, falar mal não é odiar. O que criticamos aqui são aquelas pessoas que usam o ódio como resposta padrão, que tem o não gostar como uma defesa para tudo, que não gostando e falando mal se colocam em uma situação superior, é mais seguro atacar do que depois ter que defender algo ou alguém. Esse tipo de pessoa é capaz de destilar sua raiva, com agressividade, xingamentos e maldade, até em situações banais como um garoto de 16 anos jogando basquete na TV ou o Kobe não passando a bola em um amistoso festivo.

Abraços!

Angelo disse...

Texto muito foda. Vc escreve muito bem, deveria tentar ganhar dinheiro com isso, hehehe.

Leonardo disse...

Nossa, esse seu texto deveria ser usado em outros blogs também, pois mesmo focando a NBA, generalizou bem esse problema que está ocorrendo na Internet.

Eu curti muito o jogo, acompanho o All-Star Game faz uns 3 anos e sempre curti muito, a oportunidade de ver o jogadores mais populares da liga, jogando juntos e "brincando", é espetacular, é como montar seu time perfeito na Master Liga =D

Quanto ao jogo, eu achei que no primeiro tempo o Kobe se aproveitou do clima festivo pra jogar um pouco mais a sério, e que no segundo tempo o Lebron percebeu isso e foi correr atrás do preju. O legal é que o time do Oeste parecia com vontade de dar ao Kobe o recorde que ele queria, tanto em Mvps quanto em pontos, e que no fim o Lebron tentou ser tudo isso, mas acabou por jogar sozinho, pois o restante da equipe achou mais engraçado o Lebron querer jogar "sério" do que ajuda-lo em si.

Otimo jogo, muito divertido, da proxima vez tento participar da transmissão no twitter, vocês tem feito um trabalho otimo! Parabens!

Bruno disse...

Muito bom, o texto diz muito não só sobre o basquete, mas sobre toda essa nova sociedade que vem sendo criada na internet, que todo mundo fala o tempo inteiro, e 90% do tempo fazendo criticas...
E fiquei tambem impressionado com o numero de pessoas que vi dizendo que o jogo tinha que valer alguma coisa... esse espirito de competitividade exagerado me incomoda muito, era uma parte da cultura amaricana que eu achava bastante deprimente, essa necessidade de ser sempre um ''winner'' em tudo que se faz, de ter que ser sempre o mais forte, de que só os vencedores se divertem... mas parece que lá eles estavam se divertindo com o jogo... e é aqui que estamos reclamando.

Parabens pelo texto!

Felipe Noronha disse...

Acho que todo mundo falou aí bastante já, então só um comentário rápido:
até na hora de jogar o pó pro alto o Rose é o mais tímido. Acho isso bacana, mostra um perfil a la Duncan que eu curto, seriedade e tal.

Gabriel disse...

Ótimo texto como sempre! Acompanho vcs a muito tempo e de certa forma graças a vcs tb me reaproximei do basquete.

Apenas discordo q quando eu acho q o Jordan é e sempre será o melhor de todos não quer dizer q não gosto dos outros jogadores e q perco meu tempo odiando o Kobe e o Lebron. O Jordan é um dos meus heróis de infância. Não vou deixar de achá-lo melhor. Mas adoro ver Rose, Paul, Kobe, Lebron, Durant... Até pq como vc falou, basquete não é importante. Basquete é um passatempo e eu me divirto em ver basquete, a última coisa q eu farei odiar alguém pq joga basquete.

No mais, parabéns pelo texto!

Andrew disse...

Esse All Star weekend foi muito bom ñ a como odiar isso desde o celebrity game, até os shows do intervalo foram da hora até o all star da d-league ñ deu pra ñ gostar

Mr.Entringer disse...

O post poderia ter sido melhor se fosse menos repetitivo e tão pela saco do ASG. Isso era para ser um blog e não 2 capítulos de um livro de como amar o próximo.

Baleiro F.C disse...

Belo post! Deveria ser lido por todas pessoas antes de sair "surfando" na internet!

a intolerancia que se vê por aí em comunidades virtuais é D+. Seria um retrato do mundo? Espero que não! Torço com sinceridade que isso só seja causado por uma parcela de "mimados" que utilizam a internet por mais tempo enquanto a 99,99% das pessoas legais não perdem tanto tempo ou sequer entram nela.

Benito, que acabou de descobrir a senha do blog

Paulo Vitor disse...

Vocês realmente são muito bons.
Adorei o post como todos os outros de vcs!!!

Bruno disse...

Viram o kobe dirigido pelo Robert Rodriguez?? http://www.youtube.com/watch?v=1TO4yeUIPWE&feature=player_embedded

Danilo disse...

Mr.Entriger, isso aqui "era pra ser um blog"? Então significa que podemos escrever sobre qualquer coisa, quando quisermos, e com qualquer tamanho. Sempre questionamos, desde o começo, essa mentalidade de "leitura de blog" de textos curtos e superficiais como todo jornalismo de internet. Sabemos que não é todo público que gosta do nosso enfoque mas, olha que legal, tem gente pra burro que adora nossa abordagem. Abraços.

Paulo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Paulo disse...

Tranquilo Danilo, entendi o recado. Tambem não sou nenhum ranzinza que não come ninguem e fica de mal humor o dia inteiro. Só acho que se o cara não gosta do AllStar game ou do Justin Bieber, ele tem todo o direito de odiar isso...

Mas não será isso que vai diminuir a qualidade do Bola Presa, sempre ironico e sarcastico, parabens!

Anônimo disse...

Pra esses caras mal-humorados é só dar uma bucetinha pra eles, bem coradinha, que eles ja vão achar graça até em assalto...

Guilherme disse...

Texto excelente!

Concordo com praticamente tudo.

Algumas pessoas nao entenderam bem o "odio ao odio" no texto. Ninguem eh obrigado a gostar de nada, mas odiar sem motivo eh ridiculo.

Alone Albuquerque disse...

Assitir pela 1ª vez tudo esse tal de All Star Games ai , sinceramente não gostei achei o jogo em si um saco só gostei mesmo de ver o Blake Griffin mostrar pro Kobe Bryant e Cia o quanto vc pode ser bom e humilde ao mesmo tempo !! torço pros Spurs e prefiro a vera do que brincadeiras ( Kobe não levou tudo tão na brincadeira praticamente não passou a bola pra ninguém ) Acho que o MVP deveria ser compartilhado com o Kevin Durant que fez 34 pontos mas sem ser egoista . Agora quem não gosta simplesmente não assita eu assisti porque todo mundo ficou falando mas matei minha curiosidade!Na proxima vou dormir mais cedo !!

Anônimo disse...

Um dos melhores posts da história do Bola Presa.

Anônimo disse...

Po galera como tem Baba-Ovo nesse blog.

Tudo que os dois escrevem é elogiado, as ovelhas... oops... os leitores aqui não tem opinião própria e além de ficarem bravinhos quando alguém não elogia os textos, pois é todos tem que concordar que foi tudo uma maravilha. Esse texto além de repetitivo tá parecendo aquela filsosofia setentista de paz e amor.

O All Star teve momentos legais sim, mas teve outros que foram uma merda também. Não tem como gostar quando se coloca o LIXO do Bieber como MVP de um jogo em que um muleque não sabe nem arremessar uma bola direito, nem sei por que convidaram essa porcaria, tão de sacanagem.

Se eu fosse o Pippen me recusaria a entrar em quadra pra essa palhaçadinha.

O torneio de 3 pontos foi lamentavel, e a injustiça de sempre no de enterradas, passar por cima do Capo do Carro Really?! Really?! Griffin?! isso é o melhor que vc tinha pra mostrar!!!.

Só cego não vê que o Kobe foi um puta fominha no All Star pra deixar o MVP em casa.

Recomendo que assitam mais os jogos e não tirem suas conclusões só lendo os textos, que não são ruins não tem muita coisa legal por aqui, mas que demonstram apenas a visão de duas pessoas e não do universo da NBA.

Caio/SP

Angelo disse...

Se eu fosse vcs, editava esse post e tirava a parte que diz que basquete é só um jogo sem importância. Senão daqui uns dias o Kevin Garnett vai atrás de vcs, arranca seus olhos e come seus fígados.

White_Crow disse...

pqp.... vcs sao burros pra caraleo!
Convidaram o Bieber pq o moleque é celebridade (nao era um jogo de celebridades? O.o) e ganhou o premio de mvp por ser uma votaçao aberta por sms, e quem vcs acham que mandaram milhares de mensagens?

White_Crow disse...

Opa, esqueci de falar que no intervalo deveriam colocar o Charles Barkley com aquela musica da T mobile para o show! ahahahhaha

Hermes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
uerliza disse...

Ótimo post. Vocês são foda. Venho acompanhando o blog de vocês desde essa última temporada. Aliás... venho acompanhando a NBA somente desde essa última temporada.

Sou um fã casual como dizem e me divirto muito com o All-Star Weekend e com o blog de vocês.

Parabéns!

PS: Se der mole o Justin Bieber joga melhor que eu...

Lucas disse...

O Hall Of Fame transformou o Pippen em algum Deus e eu não to sabendo, ele não pode jogar com o Bieber?! porque? cada uma que aparece aqui.

Pelos trechos do jogo que vi o Pippen estava se divertindo bastante, inclusive deu um toco Bieber...rsrs

Tudo bem não gostar das músicas do cara mas não tem como negar que o cara é uma celebridade hoje como bem lembrou o White Crow.

ronielfelipe disse...

Caramba, é legal ver a galera levando basquete a sério da mesma forma que o povo faz com futebol.
Gostei do que vi no domingo, me diverti e creio que o intuito do All Star é esse mesmo. JAM, manolos.
Esse é o segredo: deixar de lado o ego e se divertir um pouco. Quando chegarem os Playoffs, a gente se diverte vendo as cotoveladas e os momentos Bruce Bowen. J

Anônimo disse...

Celebridade ele é, o problema é por que? O Bieber simboliza a decadencia do ramo musical nos ultimos tempos, sao "cantores" como ele que deram fim ao conceito de mérito artistico, onde a fama e sucesso deveriam ser reflexo direto da qualidade musical e o impacto cultural significativo de uma expressão artistica como a musica, "cantores" que são produtos comerciais criados pela midia para gerar dinheiro para produtores atraves da manipulação de jovens que não tem consciencia de originalidade e impacto social provenientes de verdadeiras expressões criativas que de fato merecem ser reverenciadas, mas ao inves disso se criam falsos idolos com imagens igualmente falsas que não te um pingo de criatividade ou mérito e são apenas fantoches dos que controlam a industria musical e os fans continuam acreditando nessas celebridades como cegos que são direcionados à idolatrar pessoas que de fato não merecem nem respeito e muito menos adoração. Enquanto isso tem gente honesta que trabalha duro e se mantem fiel aos seus principios artisticos e não recebem 1% do reconhecimento e oportunidades que são entregues aos "idolos pop" pelos oportunistas empresariais para aumentarem a exploração de adolescentes ingenuos que estão prontos para adorar qualquer coisa que a TV e as tendencias estiverem "dizendo que deve ser adorada", todo esse conceito de "moda" prova que as pessoas estão cada vez mais influenciaveis e ignorantes, enfraquecendo a figura do individuo e criando exercitos de jovens que seguem tendencias por terem personalidades fracas e ansia pela aceitação de um grupo que julgam conveniente seguir e imitar sem que se preocupem em ter motivos, razões e argumentos próprios para defender seus principios e preferencias pessoais, o que torna a sociedade cada vez mais ignorante e manipulavel, enquanto os verdadeiros herois e idolos perdem espaço para esses produtos da midia sem talento, mérito ou personalidade que visam apenas o lucro e acabam com a musica de verdade. Não é uma questão de gosto, é uma questão de principios, o Bieber é uma celebridade pelos motivos errados e as pessoas deveriam ser enxergar isso.

Anônimo disse...

concordo com esse comentario, é exatamente o que eu penso quando vejo musicas como creu e rebolation fazerem tanto sucesso no brasil

Lucas disse...

Hoje entrei no quarto do meu irmão para pegar um tênis e ele estava deitado assistindo Malhação.
Preparei um discurso crítico para inquietá-lo (Ei, você está perdendo tempo vendo isto enquanto deveria estar estudando; Pow, que negócio sem graça, etc...), mas lembrei do seu artigo e deixei pra lá. Cada um com seu gosto, afinal tem quem gosta de basquete estando no país do futebol.
Abraços.

Anônimo disse...

como pode umas banda qnem restart e esse biba ganharem tanto dinheiro por serem ridiculos? concordo tmb! e ele eh bem fraquinho no basket, nao ia durar 1 minuto num jogo de verdade com aquele arremesso e aquela afobaçao toda, mas tem gente q fica tao impressionado pq a TV defende ele q quer defender tambem!

Anônimo disse...

o problema não é o justin ou quem gosta dele ou da musica dele, se vc gosta da musiquinha de criança sem qualidade que ele faz, problema seu, o problema são as pessoas q defendem ele, o q ele fez pra merecer defesa de alguem? da mesma forma que falam pra parar de xingar ele, deviam parar de defender ele tambem e cada um cuida da propria vida, as pessoas tem q ter senso critico antes de se acharem superiores pra falar o q os outros devem fazer, e isso serve pro post tambem.

Anônimo disse...

Eu acho que essa revolta toda contra as pessoas que expressam suas opiniões de forma negativa tambem é uma forma de "ódio", é a mesma revolta demonstrada por elas. Eu não gosto dessa coisa de falr que um esta certo e o outro errado, prefiro que cada um fale o que quer e cada um chegue as conclusões que quiser. As pessoas só tem que ter a noção para botar tudo em perspectiva.

Anônimo disse...

Ta todo mundo perdendo a noçao do q é importante, pra q perde tempo com esse bosta do BIBA, ele num vale nada para de fala disso!

lord-thor disse...

Pô, deixa o pessoal ser feliz. É só falar mal de haters que o negócio faz sucesso.Tem gente que reage um bocado mal quando é criticado, principalmente quando se acostuma a posição de crítico.
Post fantástico. Vocês tão se acostumando a fazer posts épicos, tipo aquele do Rondo, dia desses.

diego disse...

Mas então, q parte do jogo que passou o episódio do chaves q eu não vi?

Anônimo disse...

Primeiramente acho que ódio é uma palavra muito forte, poucas pessoas sentem ou sabem o que significa "ódio" de verdade, segundo, não vejo nada de errado em não gostar de alguma coisa e expressar sua indignação, desde que se tenha um motivo pra isso, do mesmo jeito que é preciso de um motivo para gostar de algo.

Bruno disse...

E assim como o basquete, desde quando a musica é algo que deve ser levada tão a serio assim??
Não é diversão tambem? cada um se diverte com a merda que quiser...

Anônimo disse...

A música pode servir como uma poderosa ferramenta social, ela tem a capacidade tanto de ser importante quanto insignificante, o problema aqui não é a música em si, é o valor que se atribui à ela.

Anônimo disse...

O mesmo serve para o esporte.

Anônimo disse...

É também já, além de um dos melhores, um dos mais polêmicos posts da vossa história.

Parabéns!

Anônimo disse...

Saindo do campo das discussões sociológicas, filosóficas e psiquiátricas... e voltando para o basquete, os piores injustiçados no Oeste foram o Monta Ellis (acho que ele vai ter que quebrar todos os recordes de pontuação para ser chamado, não entendo como as pessoas esquecem tanto dele), o Eric Gordon (tudo bem que ele esta machucado, mas seu nome deveria constar, pelo menos, na primeira chamada dos reservas, pra mim é o MIP desse ano), o Bynum (que deveria ser titular no lugar do Duncan, francamente) e , como lembrado nesse post, o Lamarcus Aldrige. No Leste não sei porque insistem no Al Horford, seria muito melhor (se é pra chamar alguem de Atlanta) o Josh Smith, que vem fazendo um trabalho bem melhor e do Boston o unico que merecia de verdade era o Rondo.

Anônimo disse...

Esse ASG foi sem noção de divertido. Dane-se quem não curtiu, ver que os jogadores não são Deuses feitos de ouro é bacana, nos mostra uma perspectiva diferente da vista em outras 82 oportunidades. Assistir os jogadores jogando conversa fora, sem um climão de rivalidade, se divertindo, nos aproxima mais do esporte que gostamos e, inegavelmente, isso é gostoso para um amante do basquete.
Obs: Ver o Duncan rindo é surreal!!! hehe
Texto muito crítico, sensacional.
Abraços.

Anônimo disse...

PS: E se era pra chamar o Ginobili, tinha que chamar o Parker tambem, que esta tão bem quanto ele no Spurs.

Pedro disse...

Danilo, você não está se contradizendo quando diz: "Kobe e Durant - indiscutivelmente dois dos melhores pontuadores do planeta -", mesmo sendo contra a comparação de jogadores? Afinla isso não é uma qualificação relativa também?

White_Crow disse...

Poutz... coisa chata esses anonimos, nem sei mais qual maluco que ta defendendo qual ideia.... mas a questao é: jogo das celebridades, e a nba tá la preocupada em saber qual o motivo razao circunstancia que levou a pessoa a tal patamar? Vamos convidar fulano, que traz publico x para ver o espetaculo e foda se o resto. E se um dia Bieber acabar com o ramo musical, vamos ter que agradecer o moleque por ter posto juizo na cabeça das pessoas, e levou a um ragnarok na musica, trazendo os reais artistas musicos a tona novamente. Deus abençoe que seja esse o caminho

Anônimo disse...

Vi agorinah a troca no kniks com o denver

Anônimo disse...

Mas o problema é justamente o contrario, as musicas de pouco merito artistico estão prevalecendo (em termos comerciais) sobre as musicas de verdade, a tendencia, se continuar assim é que restem apenas as musicas "pop" e o dicurso vazio e superficial que elas agregam.

Anônimo disse...

Não tem nenhum problema em chamar o Biber pra jogar, ridiculo é ver gente querendo defender ele quando alguem fala mal.

Anônimo disse...

Pior ainda é ver gente que acha que ele mereceu ganhar o MVP, quando está na cara que foi por causa das fans que não ligam pro basket e votariam nele mesmo que ele nem tivesse entrado em quadra. Tem que separar essas coisas, ele é bem fraco jogando e o que ele fez não foi nada de mais, em um jogo de verdade ele seria nulo.

Pedro disse...

Discordo de certas ideias defendidas nesse post: o "ódio" contra o kobe não foi só por causa do all-star, é porque o que ele fez simboliza o tipo de jogador que ele é, um jogador talentoso que toma decisões egoistas (principalmente nos momentos decisivos) que podem ajudar ou atrapalhar o time (mais atrapalham do que ajudam) porque ele sempre quer ser o heroi solitario, ele é um escravo do proprio ego e o que ele fez no all-star mostra isso, que mesmo em um jogo de brincadeira ele quer aparecer mais do que todo mundo (e não foi só nesse não). Tambem discordo da sua visão quanto a comparação de jogadores, acho que debater "quem é melhor" pode enriquecer uma discussão, porque ao criar argumentos para defender um jogador ou o outro, são expressas novas perspectivas de avalição que não apareceriam se não fosse a comparação, e a divergencia de opiniões só acrescenta informações e pontos de vista diferenciados sobre os jogadores, o que sempre é positivo pois acaba por compartilhar analises variadas que, em um conceito geral, se completam, como dizia o proverbio: "Da discussão é que nasce a luz".

Danilo disse...

Sei que é sutil, mas não é qualquer tipo de comparação e discussão que preferimos evitar. É evidente que alguns jogadores pontuam melhor, que outros pulam mais alto, o que evitamos é a discussão de "quem é melhor" que ignora a quantidade imensa de fatores necessários e que, quase sempre, levaria à impossibilidade de resolução. Shaq contra Jabar é absurdo, são outras regras, tempo, preparação física, mentalidade de jogo. Evitamos ao máximo, e não é contraditório dizer no entanto que alguns jogadores pontuam melhor do que outros, desde que isso seja contextualizado.

Sobre música, vale sempre lembrar que John Lennon e Paul McCartney assumidamente se reuniam para "compor uma piscina", "escrever um helicóptero". Uma quantidade imensa de músicos eruditos compunha porque alguém lhes pagava para isso, e hoje julgamos sublime. Desqualificar qualquer coisa como demérito porque o cara está só lá querendo ganhar dinheiro é complicado, porque o dinheiro não é mais escolha, é condição estrutural.

No mais, muito legal acompanhar a bagunça nos comentários. Abraços!

Benito disse...

caraca, o pessoal lê mas não entende!

"Analfabetos semi-funcionais". Leem, mas JAMAIS param pra pensar. É mais fácil recusar a idéia e simplesmente responder com a sua tentando desprezar, e se possivel, humilhando o pensamento contrario.

"ler é arte, interpretar faz parte" haeueahaehuahua

Comunicado Urgente disse...

Atenção todos!! Benito declarou: "É proibido discordar do bolapresa!"! Salve Benito, o "Dono Magnanimo da Verdade"! Todos de pé para o grande Benito! Opositores serão enforcados! Os "mandamentos sagrados" do bolapresa não devem ser contestados, submissão já às opiniões dos deuses a quem chamam Danilo e Denis, protegidos por seu profeta, Benito!